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PESQUISAS CIENTÍFICAS
O MISTÉRIO DOS CRÂNIOS DE CRISTAL
FONTES DE PESQUISA
O Mistério dos Crânios de Cristal - Pesquisado por: Vera Lígia Reis Christofoletti - Ufo-Gênesis - Rio Claro/SP
O Enigma do Crânio de Cristal (Editora Ground ) - Brian Hadley – James Carole Davis
Mistérios dos Crânios de Cristal Revelados ( Editora Ground ) - F.R. Nocerino - Sandra Bowen /Joshua Shapiro
e Sites na Net:
http://www.enterprises.com/resource.html
http://www.netwizards.com/~ldyhwk13/
http://www.v-j-enterprises.com
A maioria dos cientistas e arqueólogos contemporâneos acreditam que o grau de progresso e tecnologia em que se encontra o ser humano é o mais avançado que já se conseguiu em nosso planeta.

Mas como ignorar a tecnologia empregada nas descobertas fascinantes ao longo da História, tais como as Pirâmides do Egito, as rochas de Stonehenge, as linhas de Nazca, o enigma de Súmer? E os Crânios de Cristal, que vem desafiando pesquisadores e cientistas através dos fenômenos inexplicáveis que simplesmente não permitem que as pesquisas sejam conduzidas dentro das técnicas convencionais?

Ao pesquisar os Crânios de Cristal, com certeza, surgem muitas perguntas intrigantes que desafiam nossa compreensão sobre a finalidade desses belos artefatos e nos induzem à pergunta : Será que nosso atual progresso e tecnologia são tão avançados como se supõe?

O que são exatamente os crânios?

De maneira geral, um Crânio de Cristal é um crânio de configuração humana feito de vários tipos de cristal de quartzo. Os Crânios de Cristal, os quais focalizaremos são antigos crânios mais ou menos do tamanho do crânio humano e encontrados em ruínas arqueológicas. No entanto, existem numerosos e minúsculos crânios encontrados nas mesmas ruínas, ou em outras semelhantes, variando do tamanho de uma grande bola de gude até o de uma bola de softbol.

Esses crânios menores não possuem a energia, a força ou misticismo dos maiores.

Parece haver uma razão específica para o cristal de quartzo ter sido escolhido como o material a ser empregado na confecção dos crânios. Como ele não é um material que pode ser facilmente entalhado ou moldado (se o entalhador não for cuidadoso, um corte impreciso pode fazer o cristal em pedaços), provavelmente o quartzo foi escolhido tendo em vista algumas de suas outras propriedades físicas que, por sua vez, ajudam a catalisar a auto percepção.

Um dos usos predominantes dos cristais e quartzo hoje em dia são os modernos aparelhos e máquinas eletrônicos. Além da indústria de informática, os principais avanços nas indústrias de vídeos, de filmes e de áudio , utilizam as capacidades de amplificação e de ressonância do quartzo.

Outra propriedade dos cristais de quartzo é chamada efeito piezelétrico. Essa qualidade, segundo DaEI "amplifica, transforma, concentra e transfere energia . Uma minúscula partícula de quartzo em um micro circuito amplia um sinal elétrico... O quartzo transforma energia. Se submetido à pressão, gera eletricidade. Quando uma corrente elétrica é enviada através dele, ele se dilata".
Os cristais de quartzo são capazes de armazenar grandes quantidades de informações em uma estrutura de átomos disposta de maneira altamente ordenada, semelhante a dos nossos computadores. Acredita-se que esse processo de armazenamento inclui a manutenção de formas-pensamento, energia e também impressões visuais (existem várias fotos dos crânios com imagens em seu interior ). Os crânios funcionam como câmeras de vídeo e, por meio de diversos processos de ativação, são capazes de reproduzir essas imagens.

Até agora, dos antigos crânios de cristal conhecidos, há três tipos de quartzo que compõe sua forma física. O primeiro e mais comum é o cristal de quartzo transparente: há alguns feitos de ametista e um é formado de quartzo rosa. Até agora, todos os Crânios de Cristal foram descobertos em antigas ruínas do México, na América Central ou na América do Sul. A simbologia do crânio deve ter uma influência significativa sobre essas culturas, pois os povos indígenas continuam a entalhar réplicas e miniaturas dos antigos crânios em diversos materiais.

F. R. Nick Noc
erino & Frank Dorland

F.R. "Nick" Nocerino é fundador da Sociedade Internacional dos Crânios de Cristal, uma divisão do Instituto de Ciências Psíquicas e Hipnóticas.

Nocerino é o único pesquisador conhecido que viu e trabalhou com nove antigos Crânios de Cristal de tamanho semelhante ao do crânio humano, além de várias centenas de outros menores de reconhecida origem antiga. Ele foi a primeira pessoa credenciada como professor de Parapsicologia pelo Departamento Estadual de Educação da Califórnia. Suas qualidades no campo da Parapsicologia são atribuídas a sua contínua pesquisa e aos dados concretos por ele compilados. Nick trabalhou como consultor, pesquisador para filmes , documentários , programas de rádio e TV. Algumas de suas especialidades são : pesquisas e conferências sobre cristais e crânios e Crânios de Cristal, aulas de desenvolvimento psíquico, pesquisas sobre OVNIS. Academic Approach About Crystal Skull

O Crânio de Cristal de Mitchell-Hedges talvez seja o mais poderoso de todos os que já vi ou pesquisei, e sua pureza e seu acabamento não podem ser reproduzidos.

Levamos vários crânios para laboratórios especializados em cristal para ver se alguém poderia reproduzi-lo. A resposta foi invariavelmente "NÃO" com a suposta explicação de que , para começar, eles teriam sido entalhados e maneira incorreta ( em contraposição ao eixo do cristal ).

Ele parece revelar cenas de diversas culturas, todas altamente civilizadas: uma que vive no mundo submarino, outra que vive no interior da terra e uma terceira que vem de um lugar diferente deste planeta. O mundo parece ter mudado sua geografia 4 vezes, com movimentos maciços de povos para o Leste, para o Sudeste e para o Sul. Regiões que conseguimos definir apenas como sendo as Américas do Norte e do Sul sofreram algumas transformações traumáticas. Zonas glaciais transformaram-se em tropicais, enquanto áreas tropicais moveram-se para o Sul e tranformaram-se em glaciais. Cada vez que ocorria uma mudança, surgia o que pareciam ser naves espaciais (o que costumamos chamar de UFOs) que removiam as pessoas daquelas regiões . As naves retornavam mais tarde , quando a situação se normalizava, e então as pessoas saiam delas. Muitas pessoas emergiam do que pareciam ser enormes áreas de água. Apenas raras vezes, por fim, vi pessoas que haviam se deslocado para o interior da Terra.

Não importa quantos crânios já vi: quer sejam doze ou treze, devo dizer honestamente que em qualquer lugar onde existem crânios parece que existia atividade de um OVNI. Isso em primeiro lugar. Em segundo lugar , onde quer que exista atividade de um OVNI há sempre atividade telecinética ou psicocinética ( ou como quer que vocês considerem isto ) . Agora, se os OVNIS ou outras coisas provém deste Universo, eu não sei. Tudo o que eu sei é que existe algo lá fora que é tão gigantesco que não se pode sequer imaginá-lo. Essa fôrça controla uma grande parte de tudo o que está acontecendo aqui, e tudo se move de acordo com um plano Universal. Existem leis naturais que governam o Universo. Sabemos, por exemplo, que a cada 25.000 ou 35.000 anos ocorre uma leve alteração magnética na Terra. Esse fenômeno faz com que, ou a crosta terrestre se desloque ou ocorra uma súbita mudança de temperatura, e ela é quase instantânea ao fenômeno. Ora, isso já aconteceu e vai acontecer novamente. Atualmente, chegamos a um ponto em que já sabemos como impedir que um meteorito venha atingir a Terra. Temos até um plano (a maioria dos países tem o seu plano) a respeito de como impedir de que os meteoritos atinjam nosso país, fazendo-os explodir no espaço. Mas não sei de ninguém que tenha um plano para decifrar o que causa o deslocamento da Terra.

Existe uma teoria científica que afirma existir um "Planeta da Morte” ( ou como se queira chamá-lo ) que passa pela Terra a intervalos de alguns milhares de anos. E é nessas passagens que a Terra se desloca no espaço. A teoria diz que se controlarmos os Elementos os efeitos serão diminuídos. Eu creio que, se aprendermos a interpretar as formações geológicas de cristais, isso pode se tornar possível . Talvez eu esteja errado, mas existe um planeta, do qual ouço falar desde criança, que pode afetar a Terra.

Se esse planeta pode ser destruído, eu não sei. Tudo o que sei é que a comunidade científica mundial vem insistentemente buscando descobrir esse planeta e que já se gastou muito dinheiro para localizá-lo. Eis porque os cientistas se interessam tanto pelos cometas: quando um cometa passa, eles
querem se ele está atraindo esse planeta. Pois, se isso correr, irá provocar algum tipo de mudança na terra, compreendem? Nenhum dos efeitos conhecidos dos cometas pode realmente ser atribuído a eles. Quando começamos a seguir a rota dos cometas e tentamos descobrir se a um deles podem ser atribuídos terremotos ou quaisquer tipos de calamidades naturais, descobrimos que, na verdade, essas coisas não aconteceram quando o cometa estava por perto. Elas ocorreram antes ou depois da passagem do cometa pela Terra. É aí que está o problema. Pode-se dizer que a cada 25.000 ou 35.000 anos alguma coisa acontece. Ocorre uma catástrofe e ela é imprevisível. Destrói diferentes partes da Terra.

Ela cria montanhas, forma lagos, transforma oceanos, faz desaparecer os desertos – todos os tipos de coisas acontecem, e os Crânios de Cristal são muito precisos ao reportá-las através de "imagens holográficas". A única diferença é que o crânio de Mitchell – Hedges mostra 4 catástrofes específicas, enquanto o Crânio Maia revelou apenas 3 catástrofes.

Permitam-me apresentar algumas conclusões sobre os Crânios de Cristal que vi:

- Acredito que eles sejam computadores muito complexos.
- Todos eles são réplicas do crânio humano, em tamanho e forma.
- Todos revelam atividades de Ovnis.
- Todos revelam uma forte alusão a uma sociedade que pode existir dentro da Terra e nos oceanos.
- Creio haver 13 desses antigos Crânios de Cristal de quartzo.
- Todos esses crânios vieram da região entre o México central e o sul do Peru, nenhum foi encontrado em qualquer outro lugar.
- Todos os crânios , exceto o Crânio de Mitchell – Hedges , foram pilhados de tumbas ou templos .
- Creio que se todos os 13 crânios estivessem reunidos teríamos uma extraordinária "CENTRAL DE CONHECIMENTOS " para melhorar a humanidade.
- Todos os crânios podem ser "ATIVADOS” pela utilização de um código de cores e som.
- Nenhum dos crânios foi feito por qualquer coletividade existente durante qualquer período de tempo da História conhecida. Então, de onde vieram?

Qual o seu verdadeiro objetivo? Quando chegaram aqui? A quem pertenceu? Por que estão reaparecendo?

- Minha resposta, caro amigo, não é melhores que as suas. Mas eu creio, com todas as minhas forças, que eles estão aparecendo agora para proporcionar à raça humana uma melhor compreensão de si mesmo e de suas origens.

Frank Dorland
Cristalográfico, pesquisador de cristais, famoso restaurados de objetos de arte, tendo trabalhado com muitas raridades

Em 1964, o famoso Crânio de Mitchell – Hedges foi emprestado a ele para ser ostensivamente pesquisado. Essa pesquisa durou 6 anos e daí surgiram as descobertas científicas realizadas na Hewlett – Packard, com esse crânio.

Algumas informações científicas sobre os crânios de cristal

Em outubro de 1970, FRANK DORLAND levou o Crânio de Cristal de Mitchell – Hedges para a Hewlett – Packard, em Santa Clara, na Califórnia, para uma análise científica. A Hewlett – Packard possui um dos mais sofisticados laboratórios para pesquisa de cristais. Mais uma vez, resumindo as descobertas apresentadas no livro de Garvin, os pesquisadores afirmaram que seria virtualmente impossível reproduzir com exatidão aquele Crânio de Cristal.

Os testes revelaram que ele possui um elaborado sistema interior de prismas e lentes que permite refratar e refletir a luz projetada sobre o Crânio de Cristal de maneiras específicas. Esses sistemas de lentes pressupõe uma competência técnica atingida apenas recentemente ( é importante ressaltar que esse Crânio foi encontrado em 1924 , quando não existiam computadores , nem se conhecia o laser ).

Depois de lançar um foco de luz forte diretamente sobre o crânio, e enquanto ele era banhado em uma solução de álcool benzílico, descobriu-se que quem o tenha esculpido ou manufaturado o crânio, ao fazê-lo havia desconsiderado o eixo natural do próprio cristal.

Teoricamente, o cristal deveria ter se despedaçado. Outro detalhe embaraçoso é o de que, não importando a que temperatura ele fosse submetido pelos pesquisadores, o Crânio de Mitchell – Hedges permanecia sempre a 21,11 graus Celsius.

Todas essas conclusões foram surpreendentes que, segundo um dos cristalógrofos, "o diabo dessa coisa simplesmente não pode existir ". Outro fenômeno associado aos Crânios de Cristal é sua capacidade de projetar imagens holográficas em seu interior.

Joshua Shapiro - consultor de computação, autor e compilador de vários livros sobre temas:
UFOs , Era de Aquário, Crânios de Cristal

Uma teoria que tenho a respeito das imagens holográficas é a de que cada um dos crânios está ligado a um tipo de Crânio Superior, ou "computador principal”, em outra dimensão.

O "computador principal" pode instantaneamente entrar em contato com os registros ativos de uma pessoa que esteja trabalhando com um crânio na Terra. Quando essa ativação ocorre , o " computador principal " envia imagens para o Crânio de Cristal que são transmitidas para o "observador " Resumindo, está claro que os slides e as fotografias são, na realidade, uma extensão das energias dos crânios.

A próxima indagação poderá então ser: Quem controla o Computador Principal?

Estaria ele seguindo "automaticamente " algumas leis ou códigos universais programados há milênios por uma civilização tão avançada que não podemos compreendê-las? Ou existirão, na verdade, seres que ativam o computador a partir de outros níveis do espaço ou de outras dimensões? Como disse Nick em diversas palestras ou em conversas particulares, o Crânio de Mitchell Hedges tem uma mente exclusivamente sua! Os palestrantes do Seminário sobre os Crânios de Cristal concordaram unanimemente que, com esse Crânio de Cristal em particular, não importa que processo de ativação fosse utilizado, e mesmo que ele fosse repetido, geralmente aconteciam resultados diferentes.

Naturalmente, para aqueles cientistas que gostam de experiências controladas, com resultados confirmáveis e reproduzíveis, isso irá provocar rugas de preocupações.

Penso que outro motivo para ler e interpretar as imagens dos crânios é que elas apresentam realidades alternativas para nossas mentes. Isso pode fazer com que a pessoa veja muito além das explicações convencionais das leis físicas e universais. Isso dá força às crenças de que, o que quer possamos imaginar, deve existir em algum lugar, mesmo que seja em uma dimensão que não conhecemos? Se o cérebro humano fosse utilizado com 100% de eficiência, então talvez o Crânio de Mitchell Hedges pudesse ser um modelo para a manifestação de sua perfeição máxima.

Nós da Terra, sem dúvida, necessitamos de mais educação no domínio e no controle do poderoso dom de nossas mentes humanas. Os Crânios de Cristal são provas disso, bem como da existência de outras dimensões. Por exemplo: acredito que o Crânio de Paris tem uma das aparências mais primitivas. Enquanto via slides desse crânio, não recebi as mesmas sensações de Paz de quando olhava o Crânio de Mitchell –Hedges . Aquele crânio tem uma sobrecarga de energia de violência e tristeza. Olhando diretamente em seus olhos senti uma grande e fria tristeza a respeito de toda a nossa história de brutalidade e desrespeito para com o nosso lar, a Mãe Terra! Minha impressão é a de que, na época da criação, desse crânio, ele era uma jóia muito atraente, uma perfeita obra de arte. Ã medida que as pessoas começaram a utilizá-lo erroneamente, por exemplo, em sacrifícios humanos, e tentaram usar seu poder de destruição, a forma física do crânio começou a refletir isso. Assim, o crânio transmutou-se de uma obra de total beleza para uma peça de cristal desordenada tentando parecer um crânio humano. Para mim, esse foi um exemplo claro do que a força do nosso pensamento pode fazer quando direcionado de forma negativa.

Conclusão da entrevista com Joshua Shapiro

Uma das principais características que observei no interior do Crânio de Mitchell –Hedges foi o modo como ele podia ser dividido em dois hemisférios, quando olhado do alto. Além disso, havia o que pareciam ser planos geométricos inclinados e alguns vestígios de linhas cruzadas ( ou suturas ) no interior do crânio, mas que não eram imagens específicas.

Algo que pude observar nessa experiência, ao examinar meticulosamente os Crânios de Cristal, principalmente os que apresentavam uma transparência igual à do Crânio de Mitchell-Hedges, as imagens que refletiam as coisas que estavam próximas podiam ser vistas facilmente (como plantas, parte dos edifícios, carros na rodovia, etc).

Uma vez que esse cristal não é uma superfície plana e lisa (ele tem saliências e diferentes camadas, como se fosse exatamente igual ao nosso crânio humano) foi difícil examinar o interior do crânio, quase como tentar ver através de um vidro embaçado. Pareceu-me mais fácil ver imagens e formas a uma certa distância do que ao me aproximar.

Outra constatação que tive durante o exame do cristal é que as câmeras ( de fotografias, de TV ou vídeos ) parecem ser mais sensíveis à energia que emana do crânio, e em muitas ocasiões captamos imagens que não podíamos ver com nossos olhos. Um exemplo nítido desse fato tive ao assistir à entrevista feita com Nocerino e Anna Mitchell- Hedges, que gravei. No tape podem ser realmente vistas interessantes imagens no interior do crânio.
Por intermédio dos diferentes Crânios de Cristal com que pude trabalhar atualmente, posso ver uma reprodução de nossa existência na Terra, desde os crânios com aparência mais primitiva, como o Crânio de Paris, até a beleza e perfeição do Crânio de Mitchell-Hedges (ou talvez do Crânio de Quartzo Rosa que Nocerino já viu ). Sinto que dentro deles existem informações vitais a respeito da atual transição por que passa nosso planeta ao penetrar na Era de Aquário, uma Era de Ouro...
Crânios Pesquisados

Crânio de Mitchell Hedges

Talvez seja o mais poderoso de todos os crânios já pesquisados. Sua pureza e seu acabamento não podem ser reproduzidos . É composto de duas peças ( o crânio e uma mandíbula móvel ) e feito de puro cristal de quartzo transparente. Suas dimensões são as seguintes : 13,18 cm de altura: 12,38 cm de largura: 20 cm de comprimento: 5,13 KG de peso. Este crânio é o único Crânio de Cristal conhecido que não pertence a um museu ou a um colecionador particular. Seus donos ( inicialmente o famoso explorador F.A. Mitchell-Hedges e, subsequentemente, sua filha adotiva Anna ) vêm permitindo que o crânio seja pesquisado cientificamente e, também, visto pelo público.

Segundo o pesquisador Frank Dorland, este crânio foi criado a partir de um grande pedaço de cristal de quartzo que pesava pelo menos 9 quilos. Ele crê que foi moldado manualmente durante um longo período ( no mínimo 300 anos ) empregando-se o método de talhar e aparar, e depois alisado e polido manualmente com cabelos e areia. Além disso, Frank acredita que esse Crânio de Cristal é quase uma cópia exata do crânio de uma jovem mulher , que deveria Ter entre 21 e 29 anos quando morreu.

Um pouco da história do Crânio

Anna acompanhou seu pai em muitas viagens através do mundo. Anna fazia parte da expedição de seu pai às Honduras Britânicas (atual Belize ) no início da década de 20. Ali descobriram as ruínas de uma cidade Maia. A expedição denominou aquela área "Lubaantum " que em linguagem maia quer dizer "A cidade das Pedras Caídas ". Em 1924, na data de seu 17º; aniversário, Anna foi a primeira a ver alguma coisa brilhante entre as pedras de uma das estruturas maias.

Naquela ocasião, seu pai estava ausente. Ao regressar, Anna contou-lhe o que havia visto, mas ele achou que não era nada especial, dizendo apenas que era um pedaço de vidro. No entanto, Anna insistiu afirmando que era alguma coisa muito importante, então, no dia seguinte, começaram a remover as pedras, com ajuda de alguns nativos maias.

Levou pouco mais de seis semanas até que pudessem desenterrar o crânio. Quando removeram a última laje, Anna foi pegar o artefato, porque tinha mãos menores que os demais e o mostrou ao seu pai. Aos nativos maias que trabalhavam com eles começaram a beijar o chão, chorando e rindo de alegria. Os maias construíram um altar improvisado, sobre o qual colocaram o crânio. Cerca de três meses mais tarde, foi encontrada a mandíbula destacável, à distancia mais ou menos de sete metros do local onde a parte superior fora descoberta. Em 1927, quando terminaram os trabalhos da expedição, o sumo sacerdote maia entregou o crânio ao pai de Anna como uma contribuição por todos os cuidados e suprimentos recebidos dos membros da expedição.

Crânio de Quartzo Róseo

Um pouco maior que o crânio de Mitchell-Hedges, mas igualmente perfeito em forma. Esse crânio também, é composto de duas peças (crânio e mandíbula móvel ) e é feito de cristal de quartzo límpido. Em julho de 1986 ele foi visto pela última vez, na Guatemala, em poder de nativos locais, mas segundo se sabe, ele está sempre sendo levado de um lugar a outro entre o sul do México, a Guatemala e Honduras. Da mesma forma, que o Crânio de Mitchell-Hedges, este parece ser do tipo genuíno.

 
Crânio Maia

Outro com a aparência de humano. É feito de Cristal de quartzo puro não transparente. Esse crânio possui entalhes circulares em volta das orelhas, e a parte posterior da cabeça é alongada. Seu nariz e seus dentes não estão nitidamente definidos, tal como ocorre com o Crânio de Mitchell-Hedges, e ele é inteiriço. Suas medidas são: 20,48 cm de comprimento: 12,54 cm de largura; 10,79 cm de altura e 3,95 kg de peso. Segundo se afirma esse crânio atualmente está fora dos Estados Unidos.

O Crânio Maia parece ser outro que ninguém consegue reproduzir. Ao pesquisá-lo psicometricamente, ele mostra geralmente as mesmas coisas que o Crânio de Mitchell-Hedges, com a diferença de indicar apenas três importantes transformações geográficas na Terra. Neste crânio podem ser vistos sacrifícios e guerras, que possivelmente estão relacionadas com a História da Terra. Mas em outras oportunidades vemos batalhas que acontecem em lugares que parece ser o espaço, com naves e pessoas que são certamente estranhos à história do planeta, pelo menos como a conhecemos.

Crânio de Ametista

Também de formato humano, semelhante em forma e tamanho ao Crânio Maia. É feito de ametista púrpura muito escura e entalhado numa única peça. Também existem cavidades onde a mandíbula se une a parte superior da face. Da mesma forma que o Crânio Maia, ele também possui entalhes circulares em torno das orelhas e a parte posterior da cabeça é alongada, e o nariz e os dentes são quase idênticos em disposição ao do Crânio Maia. De acordo com o pesquisador Steve Mehler, suas dimensões são de 10% a 15% menores que as do Crânio Maia e ele pesam aproximadamente 3,64 kg.

Crânio Inglês

É um Crânio de Cristal límpido e opaco que parece ser uma tentativa de imitar o Crânio de Mitchell-Hedges em forma e tamanho. Ele é inteiriço, com a boca e os dentes não nitidamente definidos, como acontece com o Crânio de Mitchell-Hedges. Especula-se que houve um descuido por parte dos entalhadores, pois o crânio tem um corte superficial. O Crânio Inglês está atualmente no Museu da Humanidade, em Londres.

O Crânio Inglês é também citado como asteca. Nick Nocerino discorda. Não se sabe quase nada a respeito desse crânio, exceto uma história vaga que ele teria sido roubado de uma tumba e caiu nas mãos de um mercenário no México, no final do século XIX. Foi vendido à Tiffany’s e posteriormente o Museu da Humanidade comprou-o, em 1898, por 120 libras esterlinas.

 
Crânio Templário

Outro Crânio de Cristal não transparente. Segundo Nocerino foi informado, ele se encontra em poder de uma sociedade secreta na França, que o chama de "O Sangue de Cristo" As figuras que aparecem no interior do Crânio se parecem com os cavaleiros das Cruzadas, com grandes cruzes vermelhas sobre as armaduras cobrindo seu peito. Ele pode ser uma réplica do Crânio Maia em peso e dimensões.

 
Crânio São José

É constituído de uma única peça, em ametista púrpura escura límpida (pesando entre 4kg a 5 kg .) Ele foi recolhido de uma tumba dos séculos IX a X, no México. Sua existência foi calculada anterior ao século III, de acordo com outros objetos encontrados junto com ele. O Crânio San José projeta, quando é examinado com lentes, um grande número de cenas que poderiam poderiam ser batalhas ou rituais de diversas civilizações indígenas, como a Tolteca, a Maia, a Inca e Asteca. É possível também ver cenas completas de muitas perversões, como sacrifícios humanos. Suas vibrações deixaram Nocerino muito abalado e ele muito raramente fala sobre isso.

Crânio de Paris

É talvez o mais primitivo dentre os antigos crânios. É de quartzo claro opaco e de tamanho menor que o Crânio de Mitchell-Hedges. Sua boca e seus dentes não apresentam uma boa definição. Tem uma cavidade que foi aberta em sua porção superior e que era usada para sustentar um crucifixo cristão. Atualmente está no Museu Trocadero, em Paris. Suas dimensões são: 10,95 cm de altura; 14,92 cm de largura e 2,48kg de peso.

Apesar de ser frequentemente citado como Asteca, Nocerino não acredita que ele seja Asteca ou Maia, mas certamente de uma civilização muito anterior à época em que essas culturas existiam. O Crânio de Paris provoca uma sensação muito estranha quando observado, mesmo sendo através de fotos.

Pesquisa de Steve Mehler
Steve Mehler Colou grau em licenciatura em Letras, Ciências Sociais e Naturais com especialização nas áreas de Pré-História e História Antiga e em Meio Ambiente, Ecologia Humana e bacharelou-se em Filosofia e Anatomia. Trabalhou numa escavação arqueológica no Vale do Neanderthal, sob a supervisão do renomado estudioso da Pré-História, o Professor François Border. Steve foi diretor da equipe de pesquisas da Ordem dos Rosa Cruzes (AMORC) , em São José, Califórnia, e esteve envolvido em todas as fases de pesquisa metafísica e parapsicológica. Teve oportunidade de realizar uma pesquisa científica com o Crânio Maia em 1980 e com o Crânio de Ametista em 1983.
Resultados da pesquisa
com
o crânio maia:
O Crânio revelou-se idêntico a um computador ou um arquivo, capaz de armazenar informações da mente, para serem liberadas pela respiração ou pelo son. As informações podiam ser liberadas para quem quer que entre em contato físico com ele.

O Crânio Maia é um decodificador de linguagem e tem a capacidade de traduzir antigas linguagens em pensamentos modernos. As pessoas podem utilizá-lo como um computador para esse fim.

Resultados dos testes com luz - laser e ultravioleta:

Quando se projeta um feixe luminoso lateralmente sobre o Crânio Maia a luz sai através do TERCEIRO OLHO. Assim, ele é prismaticamente ajustado para que isso aconteça. Sempre que se lança luz branca em um dos lados ela emana como luz colorida através do TERCEIRO OLHO, às vezes na cor púrpura. De algum modo o crânio processa a luz.
Resultados da pesquisa com o crânio de ametista:
Baseado em nossas pesquisas, achamos que o Crânio de Ametista é o mais antigo dos dois Crânios que pesquisei. Na verdade foi-nos dito que a ametista não era proveniente deste planeta. Ela podia ter sido moldada em forma de crânio neste planeta, mas o cristal não é originário da Terra. Se quisermos associar uma civilização a ela, apostaria na Atlântida – e isso teria ocorrido há pelo menos , 20.000 , 50.000 ou 100.000 mil anos.

Não posso fazer uma estimativa precisa de quando ela foi moldada em forma de crânio, mas ele é muito antigo e muitas civilizações o manipularam. Ele passou pela Atlântida, pelo Egito, muitos acham que ele esteve nas mãos de Alexandre o Grande; existe até uma lenda que diz que uma das razões das Cruzadas irem para o Oriente Médio era apoderar-se desse Crânio de Cristal, além da busca do Santo Graal. Esse crânio esteve envolvido com Rosa Cruzes na Idade Média e com os Cavaleiros Templários.
Resultados da pesquisa da Hewlett-Packard com os crânios, maia e de ametista.
Os cientistas não puderam determinar como os crânios foram feitos . Disseram não haver qualquer indicação do uso de pressão hidráulica ou de instrumentos de alta pressão Os Crânios Maia e de Ametista e o de Mitchell-Hedges foram "entalhados” no sentido oposto aos seus eixos naturais, o que significa que, se tivessem sido "entalhados” com um instrumento hidráulico, teriam sido fragmentado em diversos pedaços. O renomado laboratório não tem idéia de como os crânios haviam sido feitos, mas chegaram a dizer que os crânios eram muito mais antigos do que haviam estimado anteriormente.

Acreditaram que os crânios eram mais antigos que as civilizações Asteca ou Maia. Todos os cientistas concordaram que os crânios são muito antigos e que não poderiam ter sido produzidos pelos meios industriais modernos.

Steve Mehler tenta buscar a possibilidade e uma conexão entre os OVNIs e os Crânios de Cristal . Nos Slides que Nocerino mostra em suas palestras, há pessoas que vêem Ovnis no Crânio Maia e no Crânio Mitchell-Hedges. Naves espaciais também são vistas nitidamente em slides do Crânio de Paris e do Crânio Inglês. Com o Crânio de Ametista, não se obteve qualquer imagem e OVNIs porque o crânio é muito escuro.
Conclusões de Steve Mehler
Os Crânios de Cristal foram feitos em um tipo de atmosfera com alta radiação ultravioleta, não do tipo que temos atualmente no planeta. Os raios solares lançavam uma luz ultravioleta pura sobre a Terra; isso estava também evolvido com a simetria ...
Acredito que os crânios tenham sido fabricados sem a utilização de uma tecnologia muito sofisticada, mas sim utilizando uma enorme concentração mental. A época deve ter sido, no mínimo, a da Lemúria.

Algumas pessoas acham que, com relação a alguns crânios mais recentes, essa época pode ser a da Atlântida. Estou convencido que na Atlântida eram usados alguns tipos de LASER; não tenho dúvidas há respeito disso, só que eles eram usados diferentemente da maneira que os utilizamos hoje. Com um LASER envolve a alta excitação de cristais por uma fonte de energia, provavelmente havia outros cristais envolvidos na modelagem dos crânios.

Outra conclusão a que cheguei é que os crânios não tiveram seres humanos como modelos, exceto o Crânio de Mitchell-Hedges.
Comparação Esquemática
Do alto para baixo:

O Crânio de Mitchell- Hedges, o Crânio Inglês e o Crânio de Paris. O Crânio de Mitchell- Hedges é diferente dos outros aqui representados, pelo fato de a mandíbula ser uma parte separada. O formato e o corte do Cristal do Crânio de Paris são semelhantes aos crânios astecas que têm sido encontrados, e ele tem um orifício aberto no topo.
Aqui vemos o Crânio Maia (no alto) e o Crânio de Ametista (abaixo). Observe a semelhança de forma e tamanho. Nestes crânios, encontramos um estilo diferente de formato, inclusive o alongamento craniano e as reentrâncias ovóides.
De acordo com a pesquisa feita por F.R. Nick Nocerino sobre o Crânio Maia e o Crânio de Mitchell-Hedges, acredita-se que os Crânios de Cristal registram vibrações em forma de imagens dos eventos que ocorreram nas proximidades deles. Assim, eles parecem funcionar como um tipo de câmera de vídeo, registrando cenas holográficas.

Existe uma conexão entre os Crânios de Cristal e os OVNIs? Uma das primeiras fotos tiradas do Crânio de Mitchell-Hedges mostra o que parece ser uma imagem de uma nave espacial no seu interior. Isso, por si só, não implica necessariamente o fato de que os crânios tenham sido trazidos por extraterrestres, mas pode significar que os Crânios de Cristal registraram em seus bancos de memória imagens da atividade de uma espaçonave ou de um OVNI. Como é natural, se houve uma civilização adiantada como a da Atlântida, os atlantes podem ter usado algum tipo de nave semelhante às que são descritas como OVNIs.

Quando o processo de análise do cristal é utilizado em outros Crânios de Cristal ( como o Crânio Maia ) também descobre-se o aparecimento de OVNIs. Se os Crânios de Cristal são computadores, eles podem enviar dados de um para outro. Assim, uma pessoa que esteja examinando um crânio poderá acessar os dados de outro. E se existirem outros Crânios de Cristal em outros mundos ou em outras dimensões?

Eles poderiam enviar mensagens holográficas de seus mundos para os Crânios de Cristal que temos aqui na Terra?

Acredita-se que existem duas teorias prováveis a respeito da origem dos Crânios de Cristal, como o de Mitchell-Hedges ou o Crânio de Quartzo Rosa, baseados na incapacidade de explicar sua existência a partir do ponto de vista arqueológico e científico. Ou foram produzidos por uma civilização tecnologicamente muito avançada em nossa Terra, que entendia as Leis Cósmicas e os Inter-relacionamentos Universais além do nosso atual alcance; ou uma civilização extraterrestre esteve envolvida na transmissão do processo de criação dos Crânios de Cristal para o nosso mundo. Segundo as entrevistas, parece que, se a última hipótese ocorreu, então houve uma combinação do recebimento de verdadeiros Crânios de Cristal materiais e um tipo de contato telepático espiritual com indivíduos receptivos que foram inspirados para criar os Crânios de Cristal. Ao que parece ambas as teorias estão corretas e a verdadeira resposta é, provavelmente, uma síntese das duas.

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